segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Não é que é....

Os opostos se atraem. Deve ser por isso que a gente não deu certo, temos muito em comum.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Fique pasmo - De R$ 2,00 a R$ 5 000,00

Dá para acreditar, um funcionário da prefeitura, da cidade de Divinópolis (MG), demostrou ser aquilo que vulgarmentes chamamos de ''sou pobre, mas sou limpinho''.

Vagando pelas ruas de sua notória cidade, em seu árduo trabalho de gari, o cidadão Carlos Cargozinho, deu mais de que um exemplo de honestidade. No último domingo (18), o limpador de ruas foi ao caixa eletrônico, para retirar nada mais, nada menos do que a quantia de 2,00 reais. Com um erro da máquina ou até mesmo do banco, o valor sacado foi de 5232,00 reais, o servidor público declara que ficou surpreso e alega que nunca tinha visto tanto dinheiro junto.

No dia seguinte, Carlos, que pediu ajuda ao seu patrão, foi dele acompanhado até o banco para devolver o dinheiro. Não conseguiram. O banco alegou que não dera falta do dinheiro e que a câmera de segurança não flagrou o fato.

Mesmo assim, ao voltar para casa, o cidadão guardou o dinheiro e não gastou nem 1 real (metade da quantia que ele pretendia sacar). No terça feira, o banco entrou em contato e o dinheiro foi devolvido.

domingo, 18 de outubro de 2009

E o sentimento....

E o sentimento da impotência, complicado não? Te deixa de certa forma invulnerável, uma espécie de autodestruição. Algo incontrolável. Complicado de se sentir, bem complicado. Mas com o passar do tempo, o andamento vai tomando seu rumo, o sentimento vai se tornando um mero amargo prazer. Prazer para uns, já para outros, uma amargura do passado. Mas quem vai ser contrário a dizerr que toda dor e sofrimento nos remete a um crescimento interior, para aqueles que torcem o nariz, me perdoem, mas deve faltar algum senso de maturidade dentro do seu ser. Não estou julgando, longe disso, não faz parte da minha pessoa. E talvez a palavra maturidade não tenha sido usada num contexto certo. Mas na verdade, o que poderiamos distinguir de certo ou errado? O simples fato de confiarmos na nossa presença e levantar a bandeira para o que acreditamos? Infelizmente, acredite, esse não é o contexto do que pode ser certo ou deixa de ser. Mas se não há ninguém para distinguir o tal, daonde vem esse tal de sentimento de impotência? Vai saber, isso tudo vem da cabeça dos seres humanos. E ainda bem que não faço parte deles.

domingo, 4 de outubro de 2009

O papel do jovem nas transformações socias

O jovem hoje em dia esta acomodado, vivemos em uma era dos revolucionários preguiçosos. Todos querem mudar, reclamam e lutam mentalmente a favor de seus futuros. Na era da informação, hoje em dia, se torna muito fácil expressar a sua opinião e mostrar o seu ponto de vista para uma dada situação. Incriminamos prefeitos corruptos, julgamos empresários e médicos estupradores e condenamos aqueles jovens de classe média, que por diversão, queimam um índio vivo ou espancam seus semelhantes até a morte, com a justificativa de que outro torce por um time contrário ou simplesmente tem uma opção sexual diferente da maioria. Mas estas citações não passam de breves manchetes, dura pouco tempo, dando lugar para a morte de um astro ou até mesmo para a comemoração de sediar uma olimpíada.

Na época da ditadura não tínhamos a rapidez de informação. Não havia e-mail, computador ou qualquer outro meio de comunicação que pudesse alastrar um conhecimento com eficiência. Mesmo assim, os jovens saíram às ruas, mostraram sua opinião e deram um grito de revolta. Não se fazem mais jovens como antigamente.

A alienação caminha junto com o preconceito, com a violência gratuita, não há vontade de mudança, de protesto, não há gentileza e muito menos solidariedade. Temos de unir força para crescermos juntos, temos de “somar e então poder dividir”. Esta alienação é amiga número um da desigualdade, julga os jovens favelados ao invés de se unir a eles, luta contra o crescimento, não só o físico e palpável, mas também o mental.

E hoje em dia, qual é realmente o papel dos jovens nas transformações sociais. É o de procriar o preconceito, jogar ovos no ponto de ônibus, de fazer piadas homofóbicas, rir da desgraça alheia ou incorporar o falho piloto de fórmula um. É o de não se importar com a desigualdade, de julgar pela aparência, de não ser solidário. É o de incriminar verbalmente os políticos corruptos e nem ao menos saber o que estes fizeram para estarem na berlinda.

Porém, não vou generalizar, há aqueles que pensam em um mundo melhor, acreditam. Estes são aqueles que fazem a diferença, que querem a mudança, que contribuem, porque sabem que a sua atitude é importante. São aqueles que respeitam o próximo, independente de cor, opção sexual ou a quantidade de dinheiro que se tem no bolso. São aqueles que abraçam o mundo ao invés de te-lo girando a sua volta. Somos poucos, mas existimos.